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Mesmo perdido, continue caminhando.

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11. Existem várias lições que aprendemos ao longo da vida, mas três lições são primordiais: a pessoa só muda se ela quiser, há situações que não dependem da gente, é só aceitar e nem toda ação precisa de uma reação. 12. Para alguns assuntos mal resolvidos é melhor deixar sem solução, principalmente se toda vez que você tenta resolver, você se machuca e sai como errado da história. Deixe que o silêncio e o tempo trabalhem. 13. A vida é feita de fases, algumas melhores do que outras, mas todas são necessárias para que uma pessoa desenvolva o melhor em si mesma. Sabendo disso, nunca perca a fé e aproveite o momento, essa fase vai passar! 14. Uma das piores fases que enfrentamos é quando o pensamento não condiz com o sentimento, quando o sentimento fala mais alto que o pensamento. Se o coração sempre fala mais alto que a cabeça, você se perde. 15. Em vez de se provar, se retire. Em vez de discutir, se retire. Em vez de insistir, se retire. Algumas pessoas não merece...

Reconhecer a ansiedade é o primeiro passo.


Buscando uma interpretação objetiva sobre a ansiedade encontramos: “aflição, angústia, perturbação do espírito causada pela incerteza, relação com qualquer contexto de perigo, etc.”, e só de ler essa breve descrição dá para entender claramente o quanto é ruim ter problemas com a ansiedade. Diz “problemas com a ansiedade” porque apesar de não ser agradável, ela não será e nem deve ser eliminada, a sua função é a de preservar a nossa integridade física ou psíquica nos preparando para ações que exijam mais do nosso corpo e mente. O que precisamos eliminar são os problemas que a ansiedade em excesso traz para nossa vida como a insônia, a baixa autoestima e os problemas com o peso.


Primeiro para reconhecer um problema com a ansiedade é preciso refletir sobre a própria personalidade, a própria vida, a relação com as outras pessoas e ter uma visão generalizada sobre si mesmo para então encontrar o problema, se houver. Muitas pessoas extremamente ansiosas relatam: medos exagerados, sensação contínua de que um desastre se aproxima, preocupação exagerada com a rotina, medo absoluto de algo ou alguém, pavor de ficar em público, descontrole dos pensamentos e emoções, atitudes automáticas constantes e incontroláveis e preocupação excessiva que tudo dê certo ou errado.


Por último, após reconhecer a dificuldade em si mesmo é importante buscar ajuda com o médico (geralmente o psiquiatra) e o psicólogo. O médico irá indicar um tratamento medicamentoso com ansiolíticos e outras drogas que irão agir sobre o corpo e mente buscando um equilibro da ansiedade em seus níveis hormonais e nervosos. O psicólogo irá indicar o tratamento psicoterapêutico que irá trabalhar com as questões psicológicas, sentimentais, emocionais, sociais e afins, buscando também um equilibro da ansiedade previamente, durante os momentos e após a superação. O ideal é a junção dos dois tratamentos ao mesmo tempo e por um tempo superior a seis meses, os remédios levam tempo para agir adequadamente e o a psicoterapia precisa de tempo para gerar resultados, então sejamos pacientes.


É importante ressaltar que as indicações aqui são genéricas, existem casos mais simples em que a pessoa conseguirá com pouca ou nenhuma ajuda melhorar os níveis de ansiedade, bem como há o oposto, em que a medicação poderá ser mais severa e a necessidade de internação médica se faz inevitável. Dito isso é importante não se autoavaliar além do necessário, não se medicar sem prescrição médica e não fazer do colega o seu psicoterapeuta, o risco é muito alto.

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