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Mesmo perdido, continue caminhando.

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11. Existem várias lições que aprendemos ao longo da vida, mas três lições são primordiais: a pessoa só muda se ela quiser, há situações que não dependem da gente, é só aceitar e nem toda ação precisa de uma reação. 12. Para alguns assuntos mal resolvidos é melhor deixar sem solução, principalmente se toda vez que você tenta resolver, você se machuca e sai como errado da história. Deixe que o silêncio e o tempo trabalhem. 13. A vida é feita de fases, algumas melhores do que outras, mas todas são necessárias para que uma pessoa desenvolva o melhor em si mesma. Sabendo disso, nunca perca a fé e aproveite o momento, essa fase vai passar! 14. Uma das piores fases que enfrentamos é quando o pensamento não condiz com o sentimento, quando o sentimento fala mais alto que o pensamento. Se o coração sempre fala mais alto que a cabeça, você se perde. 15. Em vez de se provar, se retire. Em vez de discutir, se retire. Em vez de insistir, se retire. Algumas pessoas não merece...

Criança com dificuldade é diferente de transtornada.


Cada vez mais cresce o número de crianças e adolescentes com algum tipo de diagnóstico que valide a sua possível dificuldade em aprender da forma como eles querem que elas aprendam. Alguns pontos são importantes sobre esse tema, mas que ainda são pouco discutidos e isso assusta um pouco, afinal é da saúde e desenvolvimento de seres humanos que estamos falando. Três temas relevantes são a dificuldade para diagnosticar, a necessidade de medicamentos e a visão da criança/adolescente sobre ela mesma.


Diagnosticar TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade) e outros transtornos de aprendizagem não é simples e deve envolver um caminho multidisciplinar: a visão dos educadores, dos cuidadores, dos psicólogos, dos médicos e da própria criança ou adolescente. É importante não rotular uma criança com tal transtorno apenas por observar os seus sintomas e se sentir “incomodado” com eles, o que infelizmente acontece principalmente por parte dos cuidadores e educadores sobrecarregados.


O passo médico do diagnóstico envolve a medicação e aqui há um risco elevado para a saúde, importante pesar com cautela a tomada de decisão revendo os efeitos colaterais imediatos e futuros. O organismo em desenvolvimento que recebe psicotrópicos corre riscos maiores do que o organismo já maduro, aqui existem diversos estudos sobre o tema e cabe aos responsáveis obter todo o conhecimento necessário para então decidir. Caso continue com dúvidas procure segundas e terceiras opiniões.


O item mais esquecido e importante é ouvir o que a criança e o adolescente entendem sobre o problema, nesse ponto a psicoterapia pode ajudar, mas de qualquer forma oferecer a informação e obter a devolutiva é imprescindível. Eles não são seres alheios, incapazes ou incapacitados, eles precisam de proteção e orientação, mas isso não envolve tomar toda e qualquer atitude sobre a própria vida sem consultá-los de alguma forma, pedagógica e lúdica que seja. Observa-se uma demanda crescente de superproteção, infantilização e terceirização de problemas que poderiam ser resolvidos com mais facilidade se os envolvidos ouvissem o que eles têm a dizer e emprestassem um pouco de responsabilidade, se houver é claro.

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